Título Original: Vícios Redibitórios na vida de um putanheiro - por Rubro Verde » 01/01/2011 10:02
Título Atual: A Difícil mudança de hábitos na vida de um putanheiro - por Rubro Verde Editado e revisado em 22/09/2015

Se o FSD não tivesse acabado, estaria perto de completar 13 anos como forista.
Iniciei minha vida de putanheiro, nos vintões da época.
Antes de conhecer o forum, assim como todo consumidor do sexo pago, achava todo atendimento impecável, todas eram maravilhosas, afinal, a garota aceitou subir com você para o quarto, permitiu que você deitasse ao seu lado, naquele lençol trocado a poucas semanas, tocou no seu pau, ta certo que se pudesse por a camisinha sem tocar, com certeza o faria, deu meia dúzia de chupadas naquele latex ofertado pelo governo, sentou sobre o mesmo latex por mais uma dúzia de vezes, te deu quarenta centimetros de papel higiênico, que mesmo não sendo folha dupla, quebrava um baita galho naquela situação, te deu um beijo no rosto, verdade, to exagerando, encostou a bochecha dela na sua, desceu as escadas, te abriu a porta e ainda pediu para você voltar, antes de bater com a mesma porta.

Um dia, uma dessas garotas, na verdade, um protótipo da garota perfeita, totalmente oposto a tudo que conheci até aquele momento, me fala do forum sex dicas, explicando direitinho, que eu tinha que entrar no portal IG, tal e tal, não vou falar o nome dela, para o Massari não vir aqui dizer, que não a tiro da cabeça.

Minha vida mudou, perdi o rumo, tudo que achava perfeito, na verdade, era uma "merda " de atendimento, comecei a ler uma frase corriqueira, geralmente usada nos relatos identicos aos atendimentos que eu adorava, que dizia:
"Melhor ter ficado em casa e batido uma punheta"
Refleti e senti a mesma coisa, o que antes era perfeito, virou uma "bosta", todo meu dinheiro até então, jogado na lata de lixo; impressionante como mudamos a referência do bom e ruim.

O tempo passou, fui aprendendo, batendo cabeça nas "casas" da vida, atrás dos protótipos ideais, meninas raras, mas sempre existiram, precisava encontra-las, perdidas numa dessas casas de tolerãncia, quando encontrava uma, da-lhe repeteco, pois eram tops mesmo, no sentido de atendimento impecável, e na aparência, visto que por incrivel que possa parecer, os melhores atendimentos que encontrei, tinham conjunto visual rosto/corpo, a nível das garotas mais badaladas em flats, verdade que eram raras nos vintões, então, mesmo depois de conhecer o forum, geralmente, não me dava muito bem.

O tempo continuou passando, a experiência e a leitura do que escreviam, os mais antigos de forum, me fizeram adaptar a forma de agir.
Se boateiros se davam bem, mas gastavam muito mais, e o diferencial era o tête-à-tête, porque não adapta-lo aos privês, comecei a chamar para entrevista, percebi que a forma da garota te responder uma simples pergunta, era diretamente proporcional a qualidade do atendimento oferecido. Evitava perguntas diretas que podiam assustar a garota, e procurava sentir o "carinho", tom utilizado na resposta. Começei a me dar bem melhor.

O tempo é cruel, te dá aprendizado, mas também te deixa velho,e fui perdendo a garra, a cara de pau e a "alegria" em desbravar, encontrar as poucas "garota dos sonho" perdidas por ai.

Hoje percebo, que todo esse trabalho que tive, seria facilitado, frequentando casas que faziam e ainda fazem essa peneira, ou seja, a meia dúzia de garotas sem miséria que garimpava por esse mundão de privês, seriam encontradas num ùnico lugar, onde alguem já fazia essa seleção natural.
Faz parte da vida, viver e aprender, então aprendi mais, essa concentração de atendimentos sem miséria podiam provir do incansável trabalho de alguem, como também, ser simples coincidência, sorte de alguem que tinha essas meninas caindo em seu colo.

Ao perder o tesão ou coragem de garimpar por ai, passei a seguir o caminho de encontrar a casa perfeita e não mais a garota perfeita, como sou "burro velho", das duas alternativas acima,( a da concentração oriunda do trabalho ou a da sorte) sempre escolhia a que caiu no colo de alguem por pura sorte, então comecei a frequentar as casas da "moda", onde encontrava facilmente garotas sem miséria, precisando apenas selecionar com breve entrevista, sem tirar a bunda do sofá.
Mas a sorte não dura para sempre, e derrepente via que não dava mais para separar "o joio do trigo" naquela casa, pois só tinha ficado o joio, ou seja, o responsável por aquele lugar deixou a sorte escapar entre os dedos da mão.

Considerando que, podemos entender por vício redibitório, aquele que modifica algo, despercebidamente para pior, considerando a finalidade a que destina-se, deprecia um atendimento esperado, em tamanha magnitude, que se soubessemos, não teriamos contratado, por tornar-se impróprio ao seu destino, ou pelo menos, diminuído sensivelmente o beneficio esperado(relação custo/beneficio).
Teria um putanheiro, direito a abrir um processo, por vício redibitório?

Como não existe o procon da putaria, melhor esquecer o processo e continuar a evolução putanheirística, parti então para as casas , onde a concentração de garotas sem miséria, era oriunda do trabalho, do investimento em busca de retorno, e nelas estou até hoje, ainda não tive a coragem de partir para o mundo das freelas, pois, embora não tenha a prática, aprendi com a observação, escutando muito as decepções de colegas desse mundo, quer com atendimento, e principalmente com visual realidade x fotos, e constatei que, nas casas que freqüento atualmente, conseguia eliminar 90% dessas decepções,
As de atendimento, com a pratica de uma simples entrevista, nesse quesito, como já citei, prefiro as entrevistas inocentes, sem perguntas objetivas , e sim apenas sentir a forma como garota te trata , já que o tratamento na cama, costuma ser bem semelhante ao carinho de uma conversa ao pé do ouvido.
As do visual, ai é 100%, você vê a garota aproximando-se, o tesão vai bater ou não na hora, dá para sentir muitas emoções e até arriscar sentir a tal química numa simples troca de olhares, na aproximação dos rostos para o beijo, vc confirma esse tesão no quesito higiene.

Enfim, estou estagnado no mundo cliniqueiro.